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World of Warcraft: Shadowlands

Um Lobo Solitário nas Shadowlands

De nível 10 a 60, de PVP a masmorras, temos desfrutado de tudo o que World of Warcraft tem para oferecer sem recorrer a uma guild.

Primeiro que tudo permita-nos dizer desde já que World of Warcraft é melhor com amigos, e que participar em raids, masmorras, e PVP com um grupo de amigos ou membros de uma guild, é fantástico. Mas nós já tivemos isso noutras expansões, e neste momento queremos desfrutar World of Warcraft ao nosso ritmo, sem horários marcados para raids, e sem ter de prestar justificações ou organizar seja o que for. Então, temos tentado ver até onde conseguimos ir em modo solitário, e para nossa surpresa, temos conseguido ir bastante longe.

De 10 a 50
Criámos uma personagem nova por volta do Natal, uma personagem que já há algum tempo queríamos criar - um Orc Mag'har de class Death Knight. Os Orc Mag'har são uma raça aliada da Horde, o que significa que é necessário cumprir uma série de missões e objetivos com outra personagem para os desbloquear. Cumpridos esses requisitos, lá criámos o nosso Orc Mag'har, Maxcavalera, que é um tributo ao antigo vocalista dos Sepultura e dos Soulfly (e sejamos honestos, o velho Max parece mesmo um Orc no melhor dos sentidos).

Uma das particularidades das raças aliadas é que começam logo a nível 10, mesmo no caso dos Death Knight - basta passar por uma pequena sequência de história em que o Lich King Bolvar dá as boas vindas às raças aliadas. Depois disso decidimos subir de nível, até 48 (altura em que podemos ir para as Shadowlands), através da expansão Warlords of Draenor, já que esta é a expansão com maior ligação aos Orc Mag'har. Em poucos dias chegámos a nível 48, mas esperámos mais um pouco, até nível 50, para desbloquearmos a armadura especial dos Orc Mag'har, e só depois partimos finalmente para as Shadowlands.

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De 50 a 60
Uma vez nas Shadowlands ultrapassámos rapidamente a sequência introdutória em The Maw, e depois deparámos-mos com uma decisão - repetir toda a campanha de história, ou saltar diretamente para a escolha do Covenant. Optámos por saltar imediatamente para a escolha do Covenant, e jurámos lealdade aos Necrolords de Maldraxxus, um povo de mortos-vivos guerreiros, perfeito para o nosso Death Knight, também ele um guerreiro morto-vivo.

Também aproveitámos para explorar melhor a área central, Oribos, que tem uma série de curiosidades para quem lhe dedicar algum tempo. Por exemplo, sabia que um vendedor, Acquirer Ta'gosh, vende uma poção que o transforma numa nuvem, permitindo-lhe cair longas distâncias em segurança? Ou que o Acquirer Ta'wah vende uma bebida chamada Sargeras Sangria que é descrita como "uma bebida alcoólica atípica"? Antes de sairmos de Oribos decidimos aprender a profissão de Blacksmith, já que dará jeito para criar algum equipamento e acessórios, mas sobretudo para criar os itens lendários do Runercarver.

Depois disso partimos à aventura, já que embora não seja necessário repetir a campanha de história, ainda é preciso subir de 50 a 60, e isso é feito através de uma série de missões espalhadas pelas quatro zonas principais das Shadowlands. Só ao chegar a 60 irá realmente começar a desbloquear o potencial do seu Covenant, ganhando acesso às muitas opções do End-Game de WoW: Shadowlands.

Covenant
Depois de chegarmos a nível 60 decidimos apostar na campanha de história do nosso Covenant. É impressionante que a Blizzard tenha histórias distintas para cada Covenant, histórias que incluem algumas missões bastante originais, revisitam personagens do passado de World of Warcraft, e não menos importante, garantem acesso a um conjunto de itens fantástico. Fizemos algumas masmorras pelo meio, mas todo o nosso equipamento atual foi obtido através da campanha do Covenant, e de algumas missões no mundo.

Neste momentos temos um nível de items de 177, que inclui uma peça lendária e seis épicas. Isto é possível graças a um sistema que permite melhorar o seu equipamento do Covenant a troco de Anima. Por outras palavras, se tiver Anima suficiente pode tornar o seu equipamento raro em equipamento épico, cumprindo simplesmente as missões de história principais e as missões no mundo aberto.

Também estamos a trabalhar no reforço do nosso santuário, que já inclui uma estação para construir abominações (isso por si só é outro enorme mini-jogo que permite criar uma abominação para o acompanhar nas suas aventuras), um sistema de portais espalhados por Maldraxxus, um mecanismo para desbloquear segredos no mapa, e uma mesa tática para realizar missões com a ajuda dos nosso parceiros (é uma espécie de mini-jogo estratégico).

Além de tudo isto estamos também a melhorar as nossas relações com as três personagens com os quais podemos criar ligação, desbloqueando novas habilidades e vantagens. Também ganhámos duas montadas, itens cosméticos, e muito ouro, tudo jogando a solo através do conteúdo ligado ao Covenant. Com esse ouro visitámos o leilão, comprámos poções e comida especial, fizemos-nos ao sítio mais terrível das Shadowlands - The Maw.

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The Maw, Torghast, e o Runecrafter
Existem outras histórias paralelas a decorrer nas Shadowlands, ligadas às personagens principais presas na torre de Torghast, nomeadamente Cairne Bloodhoof, Jaina Proudmoore, Thrall, e Anduin. A Torre divide-se em várias secções (rotativas a cada semana), e cada secção inclui 8 andares, cuja dificuldade vai subindo de forma progressiva. Os níveis mais avançados não são nada fáceis, mas temos conseguido fazer tudo sozinhos, desbloqueando novos parceiros para a nossa mesa tática e cinzas pelo caminho.

Estas cinzas são utilizadas para criar equipamento lendário junto do Runecrafter. Para isso terá de reunir uma série de itens, mas pode obter todos eles jogando sozinho, sobretudo se tiver dinheiro para comprar no leilão. Por fim temos o The Maw, com as suas próprias missões secundárias, e Ve'nari, uma misteriosa personagem que ajuda o jogador e que tem o seu próprio sistema de reputação, mas cujas verdadeiras intenções são ainda desconhecidas.

Como se tudo isto não bastasse, também pode apostar em masmorras e nos modos PvP, tudo facilmente acedido através da ferramenta para encontrar grupos de forma automática. O próprio Raid, Castle Nahtria, pode ser completado com um grupo aleatório, embora a dificuldade - e as recompensas - sejam consideravelmente menores neste modo.

Conclusão
Mais do que em qualquer expansão anterior, sentimos que temos mais liberdade para jogar World of Warcraft como quisermos, seja em grupo ou a solo, em PvP ou em PvE. Não é por acaso que WoW está mais popular hoje do que em qualquer ponto da última década, e isso deve-se a uma jornada muito acessível e rápida de 1 a 50, e a um End-Game recompensador em termos de conteúdo, loot, narrativa, e variedade. E mais que nunca, estamos ansiosos para ver que mais nos reserva a Shadowlands no futuro.

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